Quando o assunto é escolher entre um protetor solar asiático e um brasileiro, surgem muitas dúvidas. Ambos protegem contra os raios UV, mas há diferenças importantes em textura, filtros e adaptação ao clima tropical. Fizemos uma comparação honesta.
Textura e acabamento
Asiáticos: Gel aquoso ou fluído, toque seco, sem sensação gordurosa. Absorção rápida e acabamento matte. Ideais para pele oleosa ou mista.
Brasileiros: Mais cremosos, vantajoso para peles secas em climas frios, porém pesado em dias de calor intenso.
Filtros utilizados
Asiáticos: Filtros modernos como Tinosorb S, Tinosorb M e Uvinul A Plus com ampla proteção UVA/UVB e fórmulas fotoquimicamente estáveis.
Brasileiros: A ANVISA liberou vários filtros modernos, mas produtos mais acessíveis ainda empregam filtros mais antigos como avobenzona isolada.
Resistência à água e ao suor
Asiáticos: Proteção moderada ao suor, indicados para uso urbano cotidiano.
Brasileiros: Muitas fórmulas são certificadas water-resistant por até 80 minutos, vantagem para praia e piscina.
FPS e proteção UVA
O Japão exige que protetores com FPS 50+ também tenham PA+++ ou superior, garantindo proteção UVA completa. No Brasil o índice PPD é usado, mas nem sempre está visível no rótulo.
Qual escolher?
- Pele oleosa ou mista, uso diário: Protetor japoneses ou coreano para textura leve e acabamento matte.
- Pele seca, clima frio: Protetor brasileiro cremoso, mais hidratante.
- Praia ou piscina: Protetor brasileiro water-resistant, mais resistente em imersão prolongada.
- Uso sob maquiagem: Protetor asiático em gel, base mais uniforme.
Veredicto
Para o dia a dia em cidades quentes e úmidas como São Paulo, os protetores asiáticos levam vantagem em conforto. Para atividades aquáticas, as fórmulas brasileiras water-resistant são a melhor escolha.